Vida aleatória

Que friaca – Dia 6

O que mais tenho passado aqui: é frio. Não é por falta de roupa, é por falta de costume mesmo… Eu até gostava do frio, mas do frio do Brasil 🙂

Bom no dia 03/mar estava simplesmente -1ºC lá fora… Sério?! Eu não quis sair no dia chuva, porque sairia na friaca? Ah, mas paguei caro para estar aqui, eu que escolhi o destino, o tempo o blá blá blá, depois de muito refletir, tomei coragem e fui para o lado inexplorado da cidade, até então só tinha ido para sul. Agora fui ao contrário, a pé, claro!

Mas não escolhi esse lado a toa, fui a caminho da Target, queria comprar uma calça jeans, porque as minhas legs e segundas peles não estavam dando para o gasto!

Passei por uma igreja que me chamou muita atenção, mas sequer sei o nome, tenho que voltar lá e fotografar mais, achei bem diferente do que a Saint Patrick

Ela é escura, e ao mesmo tempo que tem detalhes tão ricos como a Saint Patrick, parece que sofreu mais com o tempo, não sei, só sei que devo voltar a falar dela nos próximos dias, fica bem perto do hostel.


Continuando minha caminhada, descubro que a 116th tem um parque no meio (nunca presto atenção ao mapa) e teria que descer, parece estranho, mas esse parque justamente cortou duas classes sociais. Do lado do Harlem que estava não tinha diferença com os bairros mais nobres, porém quando desci e comecei a cruzar a cidade para chegar na Target, dei de cara com outra realidade. Estar em Manhattan, você pensa que todos tem dinheiro, cultura, acesso, etc, mas não é bem assim. Sim aqui também tem gente que precisa de cuidados básicos, havia pedintes, uma fila de distribuição de alimentos, senti até certa insegurança, pois o ambiente era bem diferente daquele que tinha encontrado até então. Aqui também tem problemas, não é muito perfeito como descrevem, mas as pessoas lutam para resolver!!


Cheguei na bendita Target quase morrendo! Mas cheguei. Encontrei coisas muito baratas, mas poucas que fazem meu o estilo!!! Mesmo assim sai com a minha calça Levis de US$19 🙂 e algumas bugigangas, claro!!!

Na volta pedi arrego! A friaca era demais!!! UBER salva vidas e com um belo gringo simpático a tira colo… Se você fala a palavra Brasil, todos sorriem 🙂

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